Joan Manuel Serrat

250px anos) |apelido = |instrumento = Voz
Guitarra |atividade = 1965 – atualmente |afiliações = |gênero = Canção |website = [http://www.jmserrat.com www.jmserrat.com] }} Joan Manuel Serrat i Teresa (Barcelona, 27 de dezembro de 1943) é um cantor, poeta, músico e compositor espanhol, um dos mais destacados exemplos da música moderna espanhola e catalã.

Filho de Ángeles Teresa e do anarquista Josep Serrat, que era filiado no CNT, depois de acabar o curso de engenheiro agrónomo (1965), começa a cantar num programa da Rádio Barcelona e assina um contrato para a gravação do seu primeiro disco. Será um disco em catalão, pelo que passa a ser considerado um dos fundadores da chamada Nova Canção, que inclui algum dos temas que serão ícones de toda a sua carreira como, por exemplo, “Ara que tinc vint anys” (Agora que tenho vinte anos) ou “Paraules d´amor” (Palavras de amor). Segue um LP de música popular catalã ''(“Cançons tradicionals”)'' e ''“Com ha fa el vent”'' (Como faz o vento), com canções próprias.

Quando em 1968 começa a cantar em castelhano, é considerado por alguns como um traidor à Catalunha. Aquele ano é nomeado representante da Espanha no Festival Eurovisão da Canção onde deve interpretar a canção “La, la, la”, composta propositadamente para ele pelo Duo Dinámico. Depois de ter gravado a canção em diferentes idiomas, Serrat anuncia que só concorrerá ao Festival se lhe é permitido interpretar a canção em catalão, língua que, na altura, estava quase em situação marginal. A sua proposta não é aceite pelo governo que proíbe a sua presença na TV e a emissão das suas canções nas rádios de todo o país.

A sua participação no Festival da Canção do Rio de Janeiro com o tema “Penélope”, pode ser considerada o começo da sua importante e prolongada carreira no continente americano.

Em 1969 edita um disco, que terá grande repercussão social e avultadas vendas, onde põe música em alguns poemas de Antonio Machado. Em 1971 aparece ''“Mediterráneo”,'' um dos seus álbuns mais importantes. Um quarto de século depois, a canção que da o título ao disco será eleita a melhor canção espanhola da segunda metade do XX.

Passa o último período da ditadura do general Franco no exílio e continua a estar proibido pela censura, facto que faz que os seus discos destes anos não cheguem ao grande público. O impasse termina com a publicação de ''“En tránsito”'' (1981) e ''“Cada loco con su tema”'' (1983), onde aparece um Serrat mais maduro e intimista.

No ''“El Sur también existe”'' (1985), volta a musicar um poeta desta vez o uruguaiano Mario Benedetti. Um ano depois aparece ''“Sinceramente teu”'' onde interpreta em português alguma das suas músicas mais conhecidas e conta, entre outras, com a participação de cantores tão conceptuados como Maria Bethânia, Gal Costa e Caetano Veloso. Seguem-se ''“Bienaventurados”'' (1987), ''“Material sensible”'' (1989), ''“Utopía”'' (1992),'' “Nadie es perfecto”'' (1994) e ''“D´un temps, d´un país”'' (1996), antologia pessoal dos melhores temas da música da Catalunha. thumb|300px|Joan Manuel Serrat recebe a ''Fiambrera de Plata'' 2001 do Ateneo de Córdoba Em 1996 protagoniza junto de Ana Belén, Víctor Manuel e Miguel Ríos o espectáculo ''“El gusto es nuestro”'' (O gosto é nosso) e faz com este uma digressão pela Espanha e diferentes países latino-americanos.

''“Sombras de la China”'' (1998), volta a reunir composições próprias. Em seguida, ''“Cansiones”'' (2000) foi um recompilação onde reúne canções interpretadas por uma espécie de heterónimo, a que da o nome de Tarrés (apelido catalão que, curiosamente, é Serrat invertido).

Em 2005 vence um cancro da bexiga.

Em 2006 é nomeado Doutor ''Honoris Causa'' pela Universidade Complutense de Madrid pelo seu contributo para a cultura espanhola e publica ''“Mô”'' (nome que os menorquinos, nas Baleares, dão a sua capital), onde, depois de 17 anos, volta a interpretar temas próprios em catalão.

Em Junho de 2007, com o seu colega e grande amigo Joaquin Sabina, inicia uma tourné pela Espanha e América do Sul, de nome ''“Dos pájaros de un tiro”'' (''Dois coelhos de uma cajadada só''). No mesmo ano, recebe o título de cavaleiro da Legião de Honra, a mais alta distinção da República Francesa, pelos seus contributos à criação cultural, promoção do catalão no mundo e pela sua defesa da liberdade de expressão. Fornecido pela Wikipedia
Mostrando 1 - 1 resultados de 1 para a busca 'Serrat, Joan Manuel,', tempo de busca: 0.01s Refinar Resultados
  1. 1